Colégio Santa Cruz

Colégio Santa Cruz - Cursos - Ensino Fundamental 2 - Projeto Pedagógico

Avaliação

A avaliação dos alunos, entendida como mais um momento de aprendizagem, também deve atender aos objetivos traçados para o curso. Deve, em suas múltiplas formas, mostrar identidade com os demais processos pedagógicos. Estamos sempre em busca de um aprimoramento nesse sentido, usando instrumentos adequados, valorizando o processo sobre o produto final, fazendo a regulação da aprendizagem, enfim, buscando uma avaliação realmente formativa.

Os resultados das avaliações, além de serem cotidianamente trabalhados em sala de aula, também são sintetizados e comunicados aos alunos e suas famílias periodicamente. Ao fim de cada trimestre são emitidos boletins com sínteses avaliativas representadas por conceitos, segundo o que segue:

A:    este conceito indica que o aluno, além de ter um aproveitamento plenamente satisfatório,
destacou-se, seja por sua contribuição positiva às aulas, seja pela qualidade de sua produção
(nível excelente);
B:    aproveitamento plenamente satisfatório (nível bom);
C:    aproveitamento satisfatório (nível regular);
D:    aproveitamento insatisfatório (nível fraco);
E:    este conceito indica que o aluno, além do aproveitamento insatisfatório, recusou-se a participar do
processo pedagógico, seja por suas atitudes em aula, seja pelo desempenho nas atividades de apoio.

O que se busca nas avaliações é, sobretudo, a compreensão das “formas de aprender” do aluno, para que se possa escolher melhor os caminhos facilitadores, as dinâmicas que favorecem a sua aprendizagem. Tão importante quanto isso, no entanto, é que o próprio aluno possa apoderar-se da prática avaliativa como ferramenta de uso pessoal para investigar os mecanismos pessoais de aprendizagem, ferramenta de metacognição. Essa competência permite ao sujeito da aprendizagem realizar transferências e generalizações, através das quais ele vai se tornando apto a enfrentar situações novas e diferenciadas. Trata-se de competência fundamental na formação da autonomia do aluno, na sua apropriação do processo escolar.

A regulação da aprendizagem exige um diagnóstico das características da produção, mostrando a conveniência de ampliações, restrições, aprofundamentos, orientações. Exige não o conhecimento de haver acerto ou erro, mas de como e por que houve acerto ou erro, seja em casos individuais, seja nos grupos classe ou série. Para fazer emergir e incluir o sujeito da aprendizagem nos processos de aquisição, a clareza dos critérios de avaliação auxilia o aluno a compreender os objetivos da escola e o envolve. Explicitar as competências e habilidades trabalhadas nas atividades produz uma conscientização maior, contribuindo para uma significativa mudança na cultura da avaliação e na relação com o conhecimento.

Com os elementos descritos acima, a avaliação praticada no Ensino Fundamental 2 pretende ajudar a formar indivíduos com habilidades diversificadas, capacidade crítica e criativos; não pessoas que reproduzam conceitos e atendam exclusivamente a expectativas preconcebidas. Para o cidadão que pretendemos formar, são fundamentais a ousadia, a criatividade e a consistência. Os contextos atuais exigem flexibilidade e versatilidade, e os educadores devem estar atentos a uma formação nesse sentido.

Nossos planejamentos, entre eles o da avaliação, precisam responder adequadamente a essa necessidade. Devem ser versáteis, reguláveis, atentos às respostas dos alunos e, simultaneamente, resultar em uma avaliação que se apresente a eles como conjunto de recursos apropriáveis, como processos dos quais eles são, sempre, sujeitos.

Nossos planejamentos, entre eles o da ava­liação, precisam responder adequadamente a essa necessidade. Devem ser versáteis, regu­lá­veis, atentos às respostas dos alunos e, simul­taneamente, resultar em uma avaliação que se apre­sente a eles como conjunto de recursos apro­­­priáveis, como processos dos quais eles são, des­de sempre, sujeitos.